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Intraempreendedorismo: como empreender dentro das empresas

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Em fevereiro, participei de uma live da Jornada Stone com a Ari, que faz parte do time de recruta da Stone. Falamos sobre intraempreendedorismo, sob o viés de “como é empreender dentro de uma empresa”. Separei aqui os principais pontos do nosso papo!

O que é “ser empreendedor”?

Ser empreendedor é ser alguém que propõe soluções para fazer algo de melhor maneira do que está sendo feito atualmente, ou para resolver problemas; são pessoas que têm uma visão ampla para possibilidades e a disposição para fazê-las acontecer.

Contudo, isso não significa que para empreender você precisa criar algo, ou ser empresário. É importante ter em mente que nem todo empresário é empreendedor e nem todo empreendedor é empresário.

Ao servir e melhorar a vida de alguém, transformar realidades e propor soluções, temos atitudes empreendedoras. Quando você é protagonista de sua própria história e está tomando as rédeas e agindo, já está empreendendo.

O que é o intraempreendedorismo

O intraempreendedorismo por sua vez é o ato de empreender dentro da empresa em que você atua, oferecendo soluções e melhorias nos processos e produtos existentes, sempre considerando o foco no resultado e na experiência e, sobretudo, o ponto de vista do cliente.

Existem empresas que favorecem o intraempreendedorismo permitindo que os colaboradores tenham espaço para dar ideias e tentar coisas novas. Por outro lado, outras não oferecem esse ambiente, adotando a postura de que o que deve ser feito é o que foi designado pelos superiores, sem abertura para questionamentos ou sugestões.

Como saber se você é um intraempreendedor

Os colaboradores que demonstram vontade em fazer sempre um pouco mais, entregam além do que foi solicitado, e têm a capacidade de enxergar outras etapas para um melhor resultado, geralmente são os que ganham visibilidade e credibilidade para propor novas ideias e iniciar o processo de intraempreender. À medida que eles apresentam evoluções e geram bons frutos, começam a ganhar mais espaço e reconhecimento dentro da empresa.

Mas é importante atentar que diversas empresas consideram o erro como fracasso e acabam massacrando os que o cometeram, até mesmo aplicando punições como desconto de salário e afins. Isso faz com que os colaboradores fiquem receosos de propor algo novo ou fazer sugestões, com receio de que não funcione e sejam malvistos. 

A questão é que, ao realizar uma tentativa, existem dois caminhos: ou você criará algo ou falhará. A primeira opção terá como consequência o sucesso, mas é através da segunda que aprendizados serão extraídos, possibilitando evoluções na próxima tentativa.

Um erro só é fracasso se você não aprender nada com ele.

Quando desenvolvemos protótipos e submetemos a testes, conseguimos identificar os erros mais cedo e colocar um produto redondo mais rápido no mercado. O erro não precisa ser visto como um obstáculo, mas como um degrau que possibilitará a evolução e chegada ao topo.

Onde atuar como intraempreendedor?

É fundamental saber em que tipo de empresa você prefere atuar e identificar os elementos que estão de acordo com os seus valores, desde a etapa da entrevista com os recrutadores e gestores, analisando como a empresa se posiciona no mercado e perante o cliente através da maneira como oferece, adapta e inova seus serviços e produtos.

As empresas, quando começam a crescer de maneira exponencial, passam a enfrentar alguns desafios, que denominamos de “dor do crescimento”. À medida que o número de colaboradores e processos vai aumentando, é necessário encontrar maneiras de preservar a essência da empresa independentemente de quantas pessoas estejam atuando nela.

Existe um papel importantíssimo nisso para formação de líderes que saibam conduzir os times e preservem os valores da empresa. Quaisquer que sejam a demanda e os objetivos, é necessário encontrar um tempo para treinar os líderes e as equipes para que estejam aptos a alcançar os próximos resultados. 

Uma boa analogia pode ser feita com o Brasil, pois ele é como é como uma grande empresa! É necessário que ele atenda bem seus clientes (nós) para que possa continuar crescendo e se desenvolvendo de maneira sustentável.

Em dos pilares mais importantes para que isso ocorra é uma revolução em nosso sistema educacional.

O Além da Facul, nossa escola digital focada em empreendedorismo, surgiu ao identificarmos a oportunidade pela defasagem nas formações tradicionais. Oferecemos algo além do modelo tradicional, assim as pessoas terão acesso ao que é fundamental para terem sucesso e serem felizes!

Siga nosso perfil no Instagram @alemdafacul onde compartilhamos inúmeras dicas e conteúdos para te ajudar nessa jornada empreendedora! Nos falamos por lá 🙂

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